Conheça as diferenças entre as empilhadeiras elétricas e a de combustão

Conheça as diferenças entre as empilhadeiras elétricas e a de combustão

Entre os itens que devem ser levados em consideração na hora da compra, estão o tamanho da estrutura, o tipo de material a ser transportado e a capacidade de carga da máquina

 

Quando o assunto é movimentação e transporte de grandes volumes de cargas, as empilhadeiras tornam-se imprescindíveis. Atualmente, empresas de diferentes setores contam com o equipamento para diminuir o serviço braçal dos colaboradores e para dar mais velocidade aos processos. Porém, é sempre comum ficar em dúvida sobre qual modelo é mais indicado para cada operação.

 

No mercado, as versões mais conhecidas são a combustão, que utilizam o gás liquefeito de petróleo (GLP), diesel e gasolina que podem transportar até 41 toneladas, e as elétricas que funcionam por meio de motores elétricos e utilizam baterias tradicionais recarregáveis. Os dois modelos são compostos por torre de elevação, corrente de elevação, alavanca hidráulica, sistema hidráulico, garfos e cabine.

 

“Para fazer a escolha correta e melhorar o fluxo de entrada e saída das mercadorias dentro do armazém, o ideal é observar as características da estrutura onde a máquina será empregada, como a largura dos corredores, o tamanho e o peso do produto a ser transportado”, explica Bruno Almeida, Coordenador de Produtos da Somov, empresa do Grupo Sotreq, responsável pela comercialização de empilhadeiras Hyster® e Yale®.

 

Elétrica ou a combustão?

Conhecidas pela grande capacidade para carregamento de materiais pesados, as empilhadeiras a combustão atingem uma maior velocidade de deslocamento. Com relação ao preço para aquisição, é inferior aos modelos elétricos. No entanto, utilizam como combustível GLP, diesel ou gasolina, possibilitando a emissão de gases poluentes, o que dificulta a utilização em ambientes internos.

 

“No portfólio da Somov, temos a Empilhadeira Hyster XT e a Yale MX, que podem ser aplicadas em áreas externas e internas que permitem ao usuário a configuração da potência do motor para o modo mais econômico, garantindo uma redução dos custos com combustível e diminuindo os danos ambientais”, descreve Almeida.

 

Já as empilhadeiras elétricas são mais compactas com base de alto grau de giro dentro do seu próprio eixo. Esses fatores tornam os equipamentos elétricos ideais para a movimentação de cargas em locais com pouco espaço, como corredores estreitos com prateleiras, fábricas, câmeras frigoríficas e depósitos que não necessitam de grandes manobras, mas também existem modelos para operações externas.

 

“Embora os veículos elétricos tenham um preço mais elevado, muitos clientes têm optado em substituir a frota a combustão pela elétrica, pois o retorno do investimento pode ser obtido em dois anos. Isso ocorre devido ao elevado volume e consumo de combustível e maior necessidade de manutenção preventiva e reparo do equipamento a combustão durante o período considerado”, afirma.

 

Essas máquinas também geram menor impacto ambiental e menor produção de ruídos durante a operação. Os modelos atuais possuem capacidade de até 5,5 toneladas. “Na Somov, já é possível encontrar equipamentos elétricos altamente confiáveis, robustos e econômicos para operações externas. Trabalhamos com solução tradicional, uma bateria por turno para cada equipamento, e também com uma solução inovadora, com somente uma bateria de íon de lítio por máquina atendendo todos os turnos", conclui.