Grupo Gerador: conheça a importância desse equipamento para pleno funcionamento de hospitais e clínicas

Grupo Gerador: conheça a importância desse equipamento para pleno funcionamento de hospitais e clínicas

Sotreq fornece sistemas de energia de emergência para os maiores hospitais das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil

 

Já se perguntou o que acontece com um hospital ou uma clínica quando ocorre uma queda repentina de energia? Por determinação do Ministério da Saúde, todas as organizações hospitalares devem contar com planos de emergência para enfrentar situações críticas.

 

Isso significa contar com um sistema auxiliar de energia, como grupos geradores. Com a falta de energia ou situações adversas como formação de tempestades, eles entram em ação, garantindo que os aparelhos dos Centros Cirúrgicos e das Unidades de Terapia Intensiva (como os de respiração mecânica, carros de emergência com desfibrilador e dispositivos de monitoramento cardíaco) continuem em pleno funcionamento. Além disso, também possibilitam que elevadores, sistemas de climatização e demais estruturas continuem operando.

 

“Em um momento de interrupção de energia, os Grupos Geradores são ativados em até 15 segundos, viabilizando que procedimentos cirúrgicos e assistenciais continuem em andamento, assim como aparelhos considerados vitais para os pacientes”, descreve Maurício Garcia, Diretor da Unidade de Energia da Sotreq.

 

Projetos customizados

A Sotreq fornece sistemas de energia de emergência para os maiores hospitais das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil. Não se trata apenas de instalar os grupos geradores. A empresa atua com projetos customizados e com as melhores soluções tecnológicas especializadas de missão crítica para saúde, atendendo às exigências dos projetistas, necessidades específicas dos clientes e às leis ambientais, garantindo a continuidade no fornecimento de energia.

 

De acordo com Garcia, a Sotreq elabora a melhor alternativa de suprimento de energia para o hospital/clínica conforme avaliações realizadas por engenheiros especializados no setor de saúde. Para isso, existem alguns aspectos fundamentais que são levados em consideração, como por exemplo: o tamanho e a potência dos grupos geradores. Assim como a quantidade e a característica dos equipamentos que serão alimentados pelo dispositivo de emergência são fatores determinantes para garantir a operação com segurança.

 

 

Tipos de combustível

Em um momento de falha da energia fornecida pelas concessionárias, soluções com grupos geradores a diesel são as mais apreciadas devido à resposta transiente (quando o motor atinge uma carga mais rapidamente).

 

“Hoje, muitos hospitais contam com monitoramento online da quantidade de diesel dos tanques principais que emite alerta quando nível está baixo, garantindo maior confiabilidade dos geradores evitando panes secas”, afirma o diretor.

 

No entanto, existe também o sistema Bi-Fuel, que mistura diesel e gás. “É uma solução que pode gerar economia de energia, aumentar a autonomia do sistema e também redução na emissão de CO₂”, descreve.

 

Nesse sistema, o gerador trabalha, simultaneamente, com até 70% de gás natural e 30% de diesel. Vale salientar que a instalação do kit Bi-Fuel não gera impacto na funcionalidade do motor, já que a transição entre os combustíveis é feita dentro dos limites seguros de operação.

 

Além disso, o gás é modulado de acordo com a variação de carga e necessidade de potência, proporcionando maior controle, segurança, monitoramento e proteção.

 

100% a gás

Recentemente, a Sotreq, em parceria com a Caterpillar, apresentou ao setor de energia o Grupo Gerador Cat® G3512, movido 100% a gás natural que dispõe de melhor capacidade transiente, viabilizando sua utilização em operações de emergência (stand by), além de oferecer diversos benefícios, como menor custo de geração de energia, menos intervalos de manutenções e, consequentemente, menores despesas operacionais.          

 

“A Sotreq possui grupos geradores para operar com máxima eficiência, seguindo as normas de emissões do EPA (Agência de Proteção Ambiental) dos Estados Unidos e também aos padrões da União Europeia. Nosso diferencial é a nossa comprovada experiência e expertise no Brasil, capacidade técnica, corpo de engenheiros e funcionários que estão habituados com projetos de alta complexidade e criticidade”, conclui Garcia.