Inspirado pela oficina mecânica do tio, jovem segue carreira e atualmente realiza a manutenção de um dos principais navios nacionais

Inspirado pela oficina mecânica do tio, jovem segue carreira e atualmente realiza a manutenção de um dos principais navios nacionais

Desde 2012, Kássio Ferreira Rangel realiza a manutenção do Navio Polar Almirante Maximiano, o “Tio Max”, embarcação conhecida pelas pesquisas científicas na Antártida e que auxiliou nas buscas do submarino argentino San Juan.

 

 

Na infância, enquanto outras crianças saíam para jogar bola, brincar na rua ou ficar em casa jogando videogame, a diversão de Kássio Ferreira Rangel era visitar a oficina mecânica dos tios. Claro que ele gostava de participar das tradicionais atividades infantis, mas a oficina era um mundo novo e cheio de descobertas que o garoto alcançou e hoje, aos 28 anos, tem tudo a ver com a sua carreira.

 

Nascido no Rio de Janeiro, Rangel é técnico de motores nível IV no setor Marítimo da Sotreq, empresa em que trabalha há oito anos. Ele conta que a rotina é pesada, estressante e requer muito esforço físico, mas que vale muito a pena. “Apesar de tudo, é gratificante quando obtemos os resultados positivos no fim de cada trabalho”, conta.

 

Desde 2012, o profissional faz parte da equipe que realiza a manutenção do Navio Polar Almirante Maximiano, o “Tio Max”, embarcação que faz pesquisas científicas na Antártida e que auxiliou nas buscas do submarino argentino desaparecido San Juan.

 

“Fiquei extremamente lisonjeado em saber sobre a missão e a história do navio. É muito bom fazer parte dessa equipe tão responsável, que trabalhou arduamente para que tudo ocorresse bem como o esperado”, afirma.

 

Em 2017, no entanto, enfrentou um dos maiores desafios de sua carreira. No trabalho com o “Tio Max”, ao realizar os testes dos motores, houve uma avaria por parte do equipamento da embarcação.

 

Por conta disso, toda a equipe trabalhou para entregar o navio no prazo proposto, que estava com data marcada para realizar as pesquisas. “No fim, deu tudo certo. Conseguimos entregar o motor em 11 dias de trabalho”, lembra.

 

“Isso nos faz ter a certeza que o Grupo Sotreq capacita profissionais para realizar seu trabalho com diferencial e êxito”, conclui.