Para pleno funcionamento de Data Center, engenheiros da Sotreq contam com certificados do Uptime Institute

Para pleno funcionamento de Data Center, engenheiros da Sotreq contam com certificados do Uptime Institute

Sem valor adicional, empresa disponibiliza engenheiro para analisar todo o projeto da usina de geração e distribuição

 

Data Centers são infraestruturas complexas que permitem o processamento e o armazenamento de informações cruciais para os negócios da empresa. O aumento da demanda por essas estruturas fez com que certificações fossem criadas. Desenvolvidas pelo Uptime Institute – órgão de pesquisa, consultoria e de certificação de Data Centers –, elas asseguram que todos os elementos presentes na proposta estejam de acordo com as normas exigidas pela agência reguladora.

 

“Elas servem para medir o nível de desempenho e confiabilidade da infraestrutura a fim de mitigar interrupções no fornecimento de energia”, descreve Everton Belarmino, Engenheiro de Aplicação da Unidade de Energia da Sotreq.

 

Líder no desenvolvimento e no fornecimento de geração de energia, como sistemas de cogeração e bioeletricidade, a Sotreq é uma das poucas empresas do mercado que possui engenheiros certificados pelo Uptime Institute. “É um diferencial que a Sotreq possui e não cobramos nenhum valor adicional do cliente”, afirma Belarmino.

 

A empresa analisa todo o projeto da usina de geração e distribuição, além de verificar se a topologia e outros aspectos atendem às premissas técnicas solicitadas pelo Uptime Institute. “Isso evita retrabalho e consequentes atrasos na implantação do Data Center”, conta.

 

Classificações

A estrutura física de um Data Center pode ser de pequeno ou grande porte. O tamanho varia de acordo com a quantidade de equipamentos que a organização utiliza para o processamento, armazenamento e distribuição de dados. Nesse caso, pode ocupar uma sala ou até mesmo um edifício, e é composto por servidores, bancos de dados informatizados, ativos de rede, entre outros itens.

 

Cada infraestrutura recebe uma classificação, que indica o nível de preparo dela para situações de emergência. Os níveis variam de Tier I a Tier IV. Quanto maior, menor é a probabilidade de falha. Confira abaixo a explicação de cada nível:

 

  • Nível I: é o mais básico e garante à estrutura uma disponibilidade para processamento das aplicações de 99,671%, com tempos de parada ao ano de até 28,8 horas.

 

  • Nível II: é parcialmente redundante, já que sua disponibilidade é de 99,749% e o sistema pode ficar fora do ar até 22 horas durante o ano.

 

  • Nível III: tem disponibilidade de 99,982% e possui parada de até 1,6 horas por ano, o que o torna totalmente redundante, pois é possível gerir os períodos de manutenção sem interferir na continuidade do serviço dos servidores.

 

  • Nível IV: é o mais alto de segurança e pode oferecer 99,995% de disponibilidade. O tempo de falha admissível é de 26 minutos por ano.

 

“O mais importante é dimensionar a infraestrutura correta para atender o tipo de operação que o cliente deseja trabalhar, assim, temos a certeza que atenderemos as necessidades do projeto com o menor custo de implantação”, conclui Belarmino.